Em 13° lugar, Brasil está longe de ser um dos países que mais usam agrotóxicos.

Em 13° lugar, Brasil está longe de ser um dos países que mais usam agrotóxicos.

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Dados do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), apontam que a agricultura brasileira usou cerca de 539 mil toneladas de pesticidas em 2017 com um gasto de US$ 8,8 bilhões, segundo a Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef). No ranking de uso por hectare, o Brasil foi o 7º, com gasto equivalente a US$ 111. O Japão, que levou a medalha de ouro, aplicou US$ 455. Já por produto agrícola produzido, o país foi o 13º, com US$ 8. O Japão, ainda em 1º, gastou US$ 95.
Vale destacar que o Japão possui área de mais de 377 mil km², o que equivale ao tamanho do Mato Grosso do Sul. Já o território do Brasil, é de 8 milhões e 500 mil km², cerca de 22 vezes o Japão.
Fonte do site : ( agrosaber.com.br)

Agricultura Digital

Agricultura Digital

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Agricultura digital é um conjunto de tecnologias que auxiliam o produtor nas atividades rurais. Ela reúne tecnologias para otimizar as atividades do campo por meio de conectividade, sensoriamento remoto, entre outras ferramentas relativas à tecnologia da informação.
Todos esses instrumentos de TI empregados na propriedade rural terão a função de coletar e analisar dados sobre o clima, o solo, a lavoura e os equipamentos. Munido dessas informações, o sistema consegue entender as variabilidades que ocorrem dentro da fazenda e, assim, propor as melhores soluções, como pulverização, adubação em taxas variáveis e planejamento mais preciso na aplicação de defensivos.

Por esse motivo, a agricultura digital é mais conhecida como agricultura de precisão. Essa tendência promete revolucionar o campo. Afinal, quando mais sensores e inteligência artificial são aplicados às atividades rurais, o produtor consegue aumentar sua produtividade com custos menores, sem necessitar aumentar a área de cultivo.

Isso vai ao encontro dos desafios impostos pelo aumento da demanda de alimentos. Com a agricultura digital, o agricultor lança mão de diversas tecnologias que o auxiliam tanto no operacional quanto nas decisões estratégias do negócio.

 

As vantagens são: Redução de custos; aumento da eficiência; aumento da produtividade.

Fonte: Jacto

Agência ambiental dos EUA diz que aquecimento global pode ser bom

Agência ambiental dos EUA diz que aquecimento global pode ser bom

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Agência ambiental dos EUA diz que aquecimento global pode ser bom

Scott Pruitt, diretor da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), sugeriu que o aquecimento global pode ser benéfico para os humanos. A afirmação vai frontalmente contra a posição de diversos cientistas que estudam as mudanças climáticas.

Pruitt novamente causou surpresa entre alguns cientistas ao sugerir que o aumento da temperatura da terra poderia beneficiar a civilização. O líder da EPA disse que os humanos estão contribuindo ao clima “até certo ponto”, mas acrescentou: “Sabemos que os seres humanos floresceram mais em épocas de tendências de aquecimento. Se fazem suposições de que o aquecimento climático necessariamente é algo ruim”.

 “Sabemos qual deveria ser a temperatura ideal da superfície no ano 2100 ou 2018?”, perguntou a uma estação de televisão de Nevada. “É bastante arrogante para nós pensar que sabemos exatamente a que deveria ser em 2110”.

Pruitt disse que deseja “um debate honesto e transparente sobre o que sabemos e o que não sabemos, para que os americanos possam ser informados e tomarem decisões por si mesmos”.

Sob a liderança de Pruitt, a EPA está analisando organizar um debate televisionado de uma equipe azul contra uma equipe vermelha entre cientistas do clima. Donald Trump também questionou em repetidas ocasiões os cientistas que dizem que o aquecimento global é um perigo para o planeta e é ocasionado pela ação humana, apostando na diversificação da matriz produtiva dos Estados Unidos, usando mais combustíveis fósseis. Pruitt, em outra ocasião, pediu para que a EPA mude o cálculo sobre o impacto ambiental das emissões de carbono dos Estados Unidos.

Fonte: Agrolink

O CAR deve ser motor de políticas públicas, avaliam especialistas

O CAR deve ser motor de políticas públicas, avaliam especialistas

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O CAR deve ser motor de políticas públicas, avaliam especialistas

 

Mais transparência, trabalho integrado e, sobretudo, partir para a fase de validação do Cadastro Ambiental Rural, corrigindo sobreposições e fazendo com que o CAR seja um instrumento efetivo para políticas públicas. Esta é a avaliação de especialistas que se reuniram em Brasília nesta quinta-feira (3) para discutir os principais pontos necessários para que o cadastro alcance seu potencial.

Para a secretária-executiva do Observatório do Código Florestal, Roberta Del Giudice, estamos em um período de renovação, porém é preciso mais transparência. “O CAR pode incluir, por exemplo, o CPF e CNPJ do proprietário, de modo que a sociedade saiba qual produtor cumpre o Código Florestal”, afirma.

É também um desafio sair do patamar autodeclaratório do CAR e validar a sua informação, lembra a diretora de ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Ane Alencar. “É preciso aprendermos juntos as lições para cumprir o potencial completo do CAR, que é uma ferramenta poderosa de gestão e planejamento territorial.” Só assim será possível ter uma visão ampla dos vazios fundiários e das áreas com sobreposições e maior conflito fundiário, diz.

Recentes estudos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP) e do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) já colocam estes problemas em perspectiva. É o caso do projeto temático “Áreas prioritárias para compensação de Reserva Legal”, coordenado pelo professor Gerd Sparovek, da Esalq-USP, e do Atlas da Agropecuária Brasileira, que usa dados reais do CAR em conjunto com outras bases fundiárias nacionais para se chegar a um modelo ótimo da distribuição de propriedades agrícolas pelo Brasil.

Sparovek lembra que o CAR consegue agregar tanto um planejamento de grande escala quanto análises de casos específicos. A partir disso, os pesquisadores da Esalq desenvolveram o mapa da distribuição de carbono do Brasil e identificando o passivo ambiental. “Agora estamos identificando seus donos e podemos aplicar esse raciocínio às oportunidades, observando onde estão os locais a serem preservados e que têm prioridade para conservação”, explica o pesquisador.

É fundamental divulgar estudos científicos e análises em um período que seja relevante para a política pública, avalia o pesquisador do Imaflora Vinícius Guidotti. “Nosso objetivo não é resolver os problemas fundiários no país, é produzir estudos científicos mais coerentes.” Nesse sentido, a plataforma do atlas é importante porque a metodologia e os dados são públicos, recebendo retorno constante de instituições como o INPE e o IPEA, o que faz com que o sistema seja permanentemente atualizado.

A ideia é que existam metodologias validadas em escala nacional para que parceiros possam usar dados semelhantes, adaptando somente as premissas. “Acreditamos que esse evento pode ser um pontapé inicial para formar essa rede de parceiros e compartilhamento de informações sobre o CAR”, disse Guidotti.

O objetivo é que o CAR ganhe ainda mais importância à medida que as informações sejam validadas, cumprindo sua vocação de servir como critério ambiental mas também como cadastro social e econômico, sendo fundamental para a concessão de crédito e análise de risco, o seguro agrícola e auditorias do PRONAF.

Bernardo Trovão, do Serviço Florestal Brasileiro, diz que um dos benefícios do CAR, independente da questão ambiental, é o proprietário ter a oportunidade de entrar na base de dados do estado e ganhar o apoio do poder público. “Isso é um impacto imenso e uma mudança de lógica de gestão do território e formulação da política pública”, acredita.

Para ele, a base de dados é consistente e fornece vários insumos para avaliar a sobreposição, que reflete a distribuição fundiária e os conflitos inerentes ao Brasil.

Para Miriam Prochnow, da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), a vantagem imediata do CAR é justamente que o proprietário rural se viu obrigado a olhar sistemicamente para sua terra, o que nem sempre era feito. Com isso, muitos passaram a planejar melhor, indo depois para outros níveis de gestão, com impacto direto na conservação e melhor uso do solo. “O próximo passo é cobrarmos os municípios, o estado e o governo federal para criarem políticas publicas estratégicas baseados nessas informações, além de agilizarem todo o processo de validação necessário.

O “Seminário Técnico sobre análises do CAR”, organizado pelo OCF e IPAM, contou com representantes de todo o país e foi realizado no auditório 1 do Instituto de Biologia da Universidade de Brasília (UnB).

Fonte: www.observatorioflorestal.org.br

Brasil já é o 4º maior plantador de florestas

Brasil já é o 4º maior plantador de florestas

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Neste domingo, dia 17, é comemorado o Dia de Proteção às Florestas. País avança no cultivo comercial

 As florestas plantadas no Brasil se estendem, atualmente, por cerca de 7 milhões de hectares, em sua grande maioria composta de pínus e eucalipto. Sua produção é destinada à indústria de papel e celulose, carvão vegetal, madeira serrada, produtos de madeira sólida e madeira processada, além da borracha. No próximo domingo, 17, é comemorado o Dia de Proteção às Florestas e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e as federações de agricultura e pecuária prestam homenagem a todos os produtores que cultivam e preservam as florestas brasileiras por meio de manejo correto e sustentável.

Além de pinus e eucalipto, espécies como seringueira, acácia, paricá, teca, araucária e pópulus também estão entre as mais cultivadas. O estado de Minas Gerais lidera em área plantada, contando 1,49 milhão de hectares, seguido por São Paulo, com 1,18 milhão, Paraná, 817 mil, Bahia 616 mil e Santa Catarina com 645 mil hectares. Juntos, estes estados abrangem 72% da superfície nacional de florestas plantadas.

Atualmente, o país é um dos maiores produtores de floresta plantada no mundo e em 4º lugar no ranking mundial dos produtores de celulose. Em 2014, a produção brasileira de celulose totalizou 16,4 milhões de toneladas. Para aumento dos plantios, ampliação e construção de fábricas, até 2020, estima-se investimentos de R$ 53 bilhões, segundo a Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ).

Benefícios – Sistemas Agroflorestais (SAFs) são formas de uso ou manejo da terra, nos quais são combinados espécies arbóreas (frutíferas e madeireiras) com cultivos agrícolas e criação de animais, de forma simultânea ou em sequência temporal, que promovem benefícios econômicos e ecológicos.

Para o presidente da Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura da CNA, Walter Vieira Rezende, “o solo é o principal patrimônio do produtor rural, e os SAFs surgem como uma alternativa para otimização do uso da terra ao conciliar a produção de alimentos com a produção florestal, conservando o solo e diminuindo a pressão pelo uso da terra para o cultivo agrícola.

Áreas de vegetação sem expressão econômica ou social podem ser reabilitadas e usadas racionalmente por meio de práticas agroflorestais, agregando valor à propriedade”, conclui.

Fonte: Brasil Florestal