Agricultura Digital

Agricultura Digital

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Agricultura digital é um conjunto de tecnologias que auxiliam o produtor nas atividades rurais. Ela reúne tecnologias para otimizar as atividades do campo por meio de conectividade, sensoriamento remoto, entre outras ferramentas relativas à tecnologia da informação.
Todos esses instrumentos de TI empregados na propriedade rural terão a função de coletar e analisar dados sobre o clima, o solo, a lavoura e os equipamentos. Munido dessas informações, o sistema consegue entender as variabilidades que ocorrem dentro da fazenda e, assim, propor as melhores soluções, como pulverização, adubação em taxas variáveis e planejamento mais preciso na aplicação de defensivos.

Por esse motivo, a agricultura digital é mais conhecida como agricultura de precisão. Essa tendência promete revolucionar o campo. Afinal, quando mais sensores e inteligência artificial são aplicados às atividades rurais, o produtor consegue aumentar sua produtividade com custos menores, sem necessitar aumentar a área de cultivo.

Isso vai ao encontro dos desafios impostos pelo aumento da demanda de alimentos. Com a agricultura digital, o agricultor lança mão de diversas tecnologias que o auxiliam tanto no operacional quanto nas decisões estratégias do negócio.

 

As vantagens são: Redução de custos; aumento da eficiência; aumento da produtividade.

Fonte: Jacto

Próxima onda de frio deste inverno chega em agosto e traz o risco de geadas

Próxima onda de frio deste inverno chega em agosto e traz o risco de geadas

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A meteorologia prevê outras três ondas de frio que devem trazer geadas para as áreas produtoras do Centro-Sul do país. A próxima massa de ar de origem polar vai chegar à região Sul no início de agosto e vai derrubar as temperaturas, que podem ficar negativas principalmente entre o Rio Grande do Sul e o Paraná. Depois temos outra prevista para o fim de agosto e uma terceira para meados de setembro. Pelo menos por enquanto, nenhuma das três terá a intensidade e a duração da que atingiu o Brasil no dia 12 de junho.

A massa de ar frio desta semana derrubou as temperaturas, mas não foi tão intensa quando comparada com a de junho. Mesmo assim, o sistema provocou geadas nos três estados produtores de trigo do Sul e em alguns municípios de Mato Grosso do Sul, São Paulo e centro-sul de Minas Gerais.

Como o plantio no Paraná começou e terminou mais cedo em relação ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina, aproximadamente 8% das lavouras se encontravam em fase de florescimento no fim da semana passada e o restante estava em fase de desenvolvimento vegetativo.

As geadas acabaram afetando negativamente apenas as lavouras em fase de florescimento que devem registrar perdas pontuais de produtividade. A geada não afetou muito o trigo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, uma vez que 100% dessas lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo, um estágio que é bem tolerante à geada.

O plantio do trigo terminou no Estado do Paraná na semana passada e apenas o Rio Grande do Sul e Santa Catarina continuam com a semeadura do cereal. Já no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina aproximadamente 85% das áreas haviam sido semeadas até a semana passada.

Como as chuvas das últimas semanas foram de baixo volume acumulado neste dois Estados, a umidade do solo caiu. Por esse motivo, alguns produtores tiveram que fazer o replantio e por isso, os trabalhos ainda não foram finalizados.

A partir de agora, essa massa de ar frio começa a perder força e as temperaturas sobem um pouco mais nos próximos dias, tanto as mínimas quanto as máximas. Por esse motivo, o tempo segue firme no Sul do País e o potencial para a formação de geadas diminui.

Na verdade, ainda há risco para gear nos municípios mais elevados dos três Estados até o fim da semana, principalmente nas áreas de serra, mas a geada deve ser menos intensa e abrangente. De maneira geral, as condições continuam boas para as lavouras de trigo do Sul do País, de acordo com informações da Somar Meteorologia.

Com o tempo firme e as temperaturas mais amenas, o solo continua com bons níveis de umidade o que favorece o término do plantio entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além do bom desenvolvimento das lavouras do Paraná.
Fonte: Canal Rural

Brasil aproxima ações de clima e florestas

Brasil aproxima ações de clima e florestas

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Secretário de Mudanças Climáticas do MMA reúne-se com diretor da FAO para para discutir oportunidades de adaptação e de redução de emissões relacionadas à mudança do uso da terra.

LUCAS TOLENTINO

O secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Everton Lucero, e o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano, reuniram-se nesta quarta-feira (20/07), em Roma, na 23ª Sessão do Comitê de Florestas, que ocorre até o fim desta semana. No encontro, foi discutido o papel da FAO em questões ligadas à mudança do clima.

A intenção é estreitar as políticas brasileiras com as medidas desenvolvidas pela FAO. “O MMA tem interesse em trabalhar com a FAO em diversos projetos de cooperação nos setores de agricultura e florestas”, reiterou Everton Lucero. O secretário acrescentou que a cooperação Sul-Sul com países da Bacia do Congo está entre as prioridades. “Com o apoio da FAO, o Brasil oferecerá (a esses países) capacitação em monitoramento de desmatamento”, explicou.

REDUÇÃO DE EMISSÕES

Os resultados já alcançados pelo Brasil no combate ao corte ilegal de árvores foi apresentado como um dos principais responsáveis pelo corte de carbono em território nacional. Segundo Lucero, o trabalho com os países da Bacia do Congo ocorrerá com base nessa experiência brasileira “com o monitoramento da Amazônia, cujos resultados muito contribuíram para a redução das emissões brasileiras de gases de efeito estufa na última década”.

O encontro com a direção-geral da FAO contou, ainda, com a participação da diretora de Políticas para o Combate ao Desmatamento do MMA, Thelma Krug, o diretor de Concessão Florestal e Monitoramento do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Marcus Vinícius Alves, e a representante do Brasil junto à FAO, embaixadora Maria Laura Rocha.

SAIBA MAIS

O Comitê de Florestas (COFO) é o mais alto órgão sobre o tema da FAO. As sessões bienais do COFO ocorrem na sede da FAO, em Roma, e juntam representantes de serviços florestais de governo para identificar e desenvolver políticas e questões técnicas, procurar soluções e para definir ações necessárias. Outras organizações internacionais e não-governamentais também participam do Comitê, que é aberto a todos os países-membros da FAO.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente