Agricultura Digital

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Agricultura digital é um conjunto de tecnologias que auxiliam o produtor nas atividades rurais. Ela reúne tecnologias para otimizar as atividades do campo por meio de conectividade, sensoriamento remoto, entre outras ferramentas relativas à tecnologia da informação.
Todos esses instrumentos de TI empregados na propriedade rural terão a função de coletar e analisar dados sobre o clima, o solo, a lavoura e os equipamentos. Munido dessas informações, o sistema consegue entender as variabilidades que ocorrem dentro da fazenda e, assim, propor as melhores soluções, como pulverização, adubação em taxas variáveis e planejamento mais preciso na aplicação de defensivos.

Por esse motivo, a agricultura digital é mais conhecida como agricultura de precisão. Essa tendência promete revolucionar o campo. Afinal, quando mais sensores e inteligência artificial são aplicados às atividades rurais, o produtor consegue aumentar sua produtividade com custos menores, sem necessitar aumentar a área de cultivo.

Isso vai ao encontro dos desafios impostos pelo aumento da demanda de alimentos. Com a agricultura digital, o agricultor lança mão de diversas tecnologias que o auxiliam tanto no operacional quanto nas decisões estratégias do negócio.

 

As vantagens são: Redução de custos; aumento da eficiência; aumento da produtividade.

Fonte: Jacto

Pecuarista quer aumento no seguro para produzir carne e leite

Pecuarista quer aumento no seguro para produzir carne e leite

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Pecuarista quer aumento no seguro para produzir carne e leite

Representantes dos pecuaristas de corte e de leite estão pedindo mudanças no seguro pecuário. Eles argumentam que, assim como a agricultura, a pecuária também é uma atividade de grande risco, afinal todo o investimento da fazenda está aplicado no rebanho, que está sujeito às intempéries climáticas, doenças e outros perigos.

Associações de gado e outras entidades se uniram e foram a Brasília solicitar ao governo mudanças no Programa de Subvenção do Prêmio do Seguro Rural (PSR) na modalidade “Pecuário”. Estiveram na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e entregaram o pedido em reunião com o diretor do departamento de gestão de risco, Vitor Ozaki.

A iniciativa tem apoio da ABCZ de Uberaba, da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), e outras entidades. O presidente da ABCZ, Arnaldo Manuel de Souza Machado Borges, destacou no comunicado protocolado e entregue ao Mapa a inclusão de uma rubrica específica para a pecuária no Plano Agrícola e Pecuário (PAP-2018), que contemple subvenção de seguro para os sistemas de cria, recria, engorda e para os animais melhoradores inscritos no Serviço de Registro Genealógico (SRG) de cada associação. “Face ao baixo valor disponibilizado para a pecuária, muitos produtores não conseguem acesso ao seguro rural, o que os deixam a mercê de riscos e faz com que abandonem a atividade”, diz.

De acordo com a corretora, Karen Matieli, especialista em seguro de animais e proprietária da Denner Seguro de Animais, empresa paulista, seria necessário a inclusão de R$ 10 milhões no PSR na modalidade pecuária. “Atualmente a pecuária tem acesso apenas a R$ 1 milhão, pois sofremos com a divisão que é feita com outras culturas e no fim das contas os pequenos e médios produtores não tem acesso ao programa. Deveríamos ter uma verba destinada a subsidiar apólices de pecuária bovina, assim como o tem o milho e a soja. A pecuária tem importante papel na economia do País”, diz.

Segundo Karen, a contratação de seguros para o setor tem crescido bastante no Brasil. “Mas somente 0,24% de subvenção para a pecuária, como é hoje, é pouco para atender a demanda”, afirma.

Para o presidente da Abraleite, Geraldo Borges, com estas mudanças na redistribuição solicitada ao Mapa, tantos os produtores quanto o mercado em geral serão beneficiados. “O seguro é ferramenta de mitigação de riscos, onde transferimos à seguradora os riscos incertos de nossa atividade. Muitos pecuaristas deixaram sua atividade em virtude de perdas catastróficas. Precisamos evoluir, pois o é agro que sustenta esse País e também precisa se proteger”, destaca.

Fonte: Globo Rural

Estado de São Paulo se empenha em implementar Código Florestal

Estado de São Paulo se empenha em implementar Código Florestal

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Estado de São Paulo se empenha em implementar Código Florestal

O processo de implantação do Código Florestal será feito com a participação de toda a sociedade

A aprovação do Código Florestal (Lei nº 12.651/2012), em 28 de fevereiro, acelerou os preparativos para implementá-lo no estado de São Paulo. E as secretarias estaduais do Meio Ambiente (SMA) e da Agricultura e Abastecimento (SAA) promoveram, na sexta-feira, 16 de março, o seminário “Ativos Ambientais” para debater os ativos e passivos ambientais e também apresentar propostas de regulamentação das Cotas de Reserva Ambiental (CRAs) tanto para o governo federal, quanto para o estado paulista.

Presentes ao evento, representantes do Ministério Público, Organizações Não Governamentais (ONGs), ambientalistas, sociedade civil e acadêmica.

Na abertura, o secretário adjunto do Meio Ambiente Eduardo Trani destacou a parceria entre as duas pastas em diversos projetos, reforçando o empenho na implementação de políticas públicas, inclusive no que diz respeito ao Código Florestal. Já o anfitrião Arnaldo Jardim lembrou que São Paulo busca fazer uma agricultura sustentável e embora ativos ambientais soe como impeditivo, é preciso olhar como oportunidade.

Durante as explanações, a segurança jurídica figurou com uma preocupação recorrente entre produtores, de acordo com a Sociedade Brasileira Rural (SRB) e também com a Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil (Orplana).

Ao falar sobre segurança jurídica, o chefe da Consultoria Jurídica do Meio Ambiente Daniel Smolentzov explicou que desde 2012, quando o projeto foi sancionado, até o início deste ano, o Estado de São Paulo trabalhou fortemente em sistemas para estar preparado para o momento da implementação.

Além da questão jurídica, a Reserva Legal (RL) é um dos grandes gargalos para a implementação do Código, segundo um estudo da Fapesp, que criou um grupo para gerar informações científicas que auxiliem nessa empreitada, mediante diálogo entre os diversos setores.

Ainda sobre a RL, Helena Carrascosa, coordenadora do Programa Nascentes, da SMA, defendeu que as funções econômica e ecológica da Reserva Legal estão mais claras com o Código Florestal. “A compensação se bem usada, pode ser bastante produtiva. Não vejo sentido em compensar sem cumprir a finalidade da lei. A sociedade quer instrumentos de baixo custo e máximo de benefícios”, destacou.

Ela acrescentou ainda que há perspectivas de que as florestas nativas produtivas em área de RL possam ser a oportunidade para cumprir a lei e ter lucro, assim como as áreas de cana-de-açúcar não mecanizáveis. “Há sim saídas e soluções”.

No encerramento, o secretário adjunto de Agricultura e Abastecimento Rubens Rizek enfatizou a segurança jurídica resultante do Código Florestal. “Estamos empenhados em colocar o PRA no ar ainda neste semestre e temos também uma proposta de fazer o CRA paulista”.

Já o secretário Maurício Brusadin ressaltou que a implementação do Código Florestal e a regulamentação do PRA estadual serão feitas com base no diálogo com produtores rurais e ambientalistas. “Sou daqueles que acredita que é possível construir política pública juntando pessoas que têm opiniões diferentes. Por meio desse processo, São Paulo pode construir um modelo revolucionário de implantação do Código Florestal”.

Fonte:  ww.ambiente.sp.gov.br

Novos cultivos usam 25% menos água e resistem à seca

Novos cultivos usam 25% menos água e resistem à seca

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Novos cultivos usam 25% menos água e resistem à seca

A agricultura é o principal usuário de água no mundo e a crescente população coloca mais pressão nesse recurso. Pela primeira vez, cientistas dos Estados Unidos e do Reino Unido melhoraram como o cultivo usa água em 25% sem comprometer a produtividade ao alterar a expressão de um gene que é encontrado em todas as plantas.

 A pesquisa é parte do Realizando Eficiência Fotossintética Aumentada (RIPE), um projeto de pesquisa internacional liderado pela Universidade Illinois. A equipe liderada pelo diretor da RIPE, Stephen Long, aumentou os níveis de proteína fotossintética para conservar água para enganar as plantas fecharem parcialmente os estômatos. Quando o estômato abre, o dióxido de carbono entra na planta para alimentar a fotossíntese, mas a água escapa através de transpiração. A concentração de dióxido de carbono na atmosfera aumentou em 25% nos últimos 70 anos, permitindo às plantas acumularem dióxido de carbono sem abrir totalmente os estômatos.
Quatro fatores levam o estômato a abrir e fechar: umidade, níveis de dióxido de carbono na planta, qualidade da luz e quantidade de luz. Esse estudo é o primeiro relatório de modificação em respostas de estômatos à quantidade de luz. A proteína fotossintética é uma parte chave do caminho de sinalização na planta que transmite informação sobre a quantidade de chuva. Ao aumentar essa proteína, o sinal diz que não há suficiente energia de luz para a planta fotossintetizar, o que leva ao estômato a fechar uma vez que o dióxido de carbono não é necessário para alimentar a fotossíntese.
Fonte: Agrolink
WhatsApp alavanca negócios na pecuária

WhatsApp alavanca negócios na pecuária

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WhatsApp alavanca negócios na pecuária

Aplicativo é usado como ferramenta de negociação e muda o jeito de comprar e vender animais

O agropecuarista Erik Jan Petter, de Castro, nos Campos Gerais, é um descendente de holandeses que deixa para lá a fama de “quieto” do povo europeu, pois não deixa uma conversa sem assunto. Em meia hora, tempo gasto em sua caminhonete entre o centro do município e uma das propriedades na qual cria bovinos, ele consegue resumir com detalhes uma trajetória recheada de pioneirismo e inovação.

Foi, por exemplo, um dos primeiros a criar bovinos da raça Senepol no Brasil, ainda nos anos 2000, além de um desbravador de variedades de pastagens com ciclos variados para a comercialização de sementes (segmento que hoje responde por 20% dos seus negócios).

Ele foi pioneiro também a fazer algo que foi se tornando cada vez mais comum com o passar dos anos. Desde a popularização do WhatsApp no Brasil (ou “zap zap”, como alguns se referem), a partir de 2009, ele usa constantemente a ferramenta para fechar vendas. “Hoje, em torno de 70% dos negócios são inteiramente conduzidos no aplicativo, mas eu diria que praticamente 100% têm pelo menos uma das fases nele, como o envio de fotos, vídeos, avaliações e outros materiais relacionados à vida dos animais”, revela. “Tenho muitos clientes que eu nunca tive contato presencialmente, apenas pela internet”, completa.

Erik tem 500 matrizes, com foco na venda de genética Senepol para melhoramento em propriedades de todo o Brasil. Já chegou a vender até para o Acre, mas hoje se concentra no Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste. O pecuarista trabalha com o sistema de integração lavoura-pecuária em talhões alternados dos 3,5 mil hectares nos quais cultiva soja, milho, feijão, trigo, pastagens, entre outros. O produtor também tem cerca de 800 hectares de pinus e eucalipto.

No negócio com bovinos, consegue vender 50 touros por ano, com valores que vão de R$ 7 mil a R$ 12 mil cada. “O WhatsApp facilita em tudo, pois hoje o pecuarista é antenado, mas tem muito menos tempo do que antigamente para ir olhar presencialmente um animal. O que importa nesse ramo de negócios é a fidelização e a confiança”, sintetiza.

Fonte: Sistema FAEP

Rotação de defensivos não diminui resistência

Rotação de defensivos não diminui resistência

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Rotação de defensivos não diminui resistência

Cientistas da Universidade de Sheffield identificaram os fatores que levam à evolução da resistência de pragas aos herbicidas – algo que poderia ter um impacto tanto na medicina como na agricultura.

Químicos xenobióticos, como herbicidas, fungicidas, inseticidas e antibióticos, são usados tanto na agricultura como na saúde humana para manejo de doenças e pestes. No entanto, a resistência evoluiu para todos os tipos de xenobióticos, mostrando que não são tão efetivos e trazendo sérias consequências tanto na produção de cultivos como na saúde.

O novo estudo, liderado por pesquisadores do Departamento de Ciências de Plantas e Animais da Universidade de Sheffield em colaboração com o Rothasmsted Research e o Instituto de Zoologia e a Sociedade Zoológica de Londres, dão uma importante contribuição sobre como podemos aprender do manejo passado de sistemas agrícolas para reduzir a probabilidade da resistência aumentar no futuro.

As estratégias atuais de manejo de resistência está na diversificação do manejo e rotação dos agroquímicos usados. Técnicas utilizadas foram propostas na medicina e na agricultura, mas não há um consenso sobre qual é a melhor abordagem.

No novo estudo, publicado na revista Nature Ecology and Evolution, os pesquisadores examinaram a evolução da resistência de herbicida na cauda-da-raposa (Alopecurus myosuroides) no Reino Unido. Essa planta se tornou uma erva daninha presente em 88% das 24.824 quadratas – áreas pequenas de habitat selecionadas de forma aleatória como exemplos para avaliar a distribuição local de plantas e animais – monitorada por pesquisadores. Foi ao Norte em anos recentes e cientistas encontraram as daninhas em áreas que não haviam sido encontradas em outras décadas.

O autor líder do estudo Rob Freckleton, professor de população biológica da Universidade de Sheffiedl, disse: “O condutor disso é a evolução da resistência ao herbicida: nós encontramos essas daninhas em campos com maiores densidades que são resistentes a herbicidas. Uma resistência que evoluiu não parece desaparecer: dois anos depois, campos com altas densidades ainda tiveram altas densidades, apesar de que os produtores usaram uma série de diferenças técnicas. Nós estimamos que os custos econômicos são muito altos: os custos de manejo dobraram em consequência da evolução da resistência”.

A pesquisa oferece uma compreensão importante da diversificação de manejo que sugere uma técnica possível para redução da evolução da resistência. O estudo mostrou que a técnica vai trabalhar para reduzir a resistência somente se os produtores reduzirem o uso desses insumos. Se eles continuarem a usar os mesmos níveis de herbicidas ou outros insumos, a técnica não vai funcionar.

 As descobertas mostram que o volume e a diversidade de produtores de herbicidas são positivamente relacionados. O professor Freckleton disse: “Os resultados foram simples: fazendas que usam um volume maior de herbicidas têm mais resistência. Além disso, encontramos pouca evidência do papel de qualquer outra técnica de manejo: nem a variedade de químicos usados – por exemplo se os produtores usaram uma variedade de herbicidas ou de cultivos, apesar de ambos serem defendidos como métodos para reduzir a evolução da resistência”.
Fonte: Agrolink
As 5 tendências da agricultura segundo a Bayer

As 5 tendências da agricultura segundo a Bayer

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As 5 tendências da agricultura segundo a Bayer

Tratores autônomos e robôs serão mais usados no agro que em outros setores

O Chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da divisão Crop Science da Bayer, Adrian Percy, enumerou cinco tendências que acredita que farão parte da indústria agrícola já neste ano. A primeira tendência mencionada por Percy é a contínua digitalização.

“As pessoas ficam excitadas com os carros sem motoristas, mas essa tecnologia será ainda mais usada na agricultura. Tratores autônomos, drones e robôs guiados pelo telefone do produtor ou trable vão permitir uma agricultura 24 horas por dia, sete dias por semana. E a integração da inteligência artificial, imagem satelital e um software com previsões ajudarão aos agricultores tomarem decisões em tempo real, poupando tempo, dinheiro e ainda salvar um cultivo do impacto devastador de pestes ou clima extremo”, disse.

A segunda tendência citada pelo Chefe de Pesquisa da Bayer é uma mudança para dietas mais ricas em proteínas com um consumidor mais velho e um agricultor mais jovem com um desejo de adotar as últimas tecnologias. Percy cita que o mercado global de proteínas deve chegar a US$ 50 bilhões até 2025.

A terceira tendência apontada pela Bayer é um foco em saúde do solo. “Nossa nova parceria com a Gingko Bioworks é só mais um exemplo de quantas formas a Bayer está abordando essa nova fronteira. Essa nova companhia mira melhorar micróbios associados às plantas e vai se focar na fixação e utilização de nitrogênio, que é uma necessidade crucial na maior parte dos cultivos. Se bem sucedido, essa pesquisa poderia reduzir o custo de fertilização, enquanto que baixa as emissões de gases e a deriva para vias fluviais”.

 A quarta tendência citada por Adrian Percy é o investimento em melhoramento de cultivos. “Métodos recentes, como o CRISPR, permitirão aos melhoradores silenciar um gene particular para produzir uma característica desejada. O que uma vez levou muitos anos de cruzas aleatórias pode ser feito em uma fração de tempo e custo”, afirmou.

A última tendência citada pelo executivo é a colaboração e transparência. “A inovação é inútil se o público não aceitar o que estamos fazendo. O melhor desinfetante para a desconfiança do público é a transparência e estou feliz de dizer que a Bayer está liderando ao abrir nossa pesquisa de segurança para o escrutínio do público”, anunciou Percy.

Fonte: Agrolink

Como as plantas sentem o mundo

Como as plantas sentem o mundo

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Como as plantas sentem o mundo

Um reduzido grupo de proteína chave interatua entre si para estabelecer a forma em que as plantas mostram sensibilidade ante o mundo, segundo o mapa que as descreve. As plantas carecem de olhos e ouvidos, mas ainda assim podem ver, ouvir, cheirar e responder a sinais e perigos ambientais, especialmente aos patógenos virulentos. Elas fazem isso com a ajuda de centenas de proteínas de membrana que podem detectar micróbios ou outras tensões.

Somente uma pequena porção destas proteínas sensíveis foram estudadas através da classe genética e o conhecimento sobre como funcionam estes sensores formando complexos entre si é escasso. Agora, uma equipe internacional de pesquisadores criou o primeiro mapa de rede para 200 destas proteínas. O mapa mostra como umas poucas proteínas chave atuam como nós mestres críticos para a integridade da rede e o mapa também revela interações desconhecidas.

“Este é um trabalho pioneiro para identificar a primeira capa de interações entre essas proteínas”, disse em um comunicado Shahid Mukhtar, professor assistente de biologia na Universidade do Alabama em Birmingham, participante do estudo. “A compreensão destas interações poderia conduzir a formar de aumentar a resistência de uma planta a patógenos ou outras tensões como o calor, a seca, a salinidade e o choque de frio. Isso também pode proporcionar um roteiro para estudos futuro de cientistas em todo o mundo”, acrescentou Mukhtar.

 A equipe internacional, como sede na Europa, Canadá e Estados Unidos, foi dirigada por Youssef Belkhadir do Instituto Gregor Mendel de Biologia Vegetal Molecular, com sede em Viena, na Áustria. O estudo foi publicada pela revista Nature.
Fonte: Agrolink
Mudança climática afeta crescimento de plantas

Mudança climática afeta crescimento de plantas

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Mudança climática afeta crescimento de plantas

Os efeitos das mudanças climáticas afetam não somente a biodiversidade, mas a forma como crescem as plantas. Pesquisadores da Universidade Martin Luther se juntaram ao Instituto Leibniz de Bioquímica Vegetal, da Alemanha, para descobrir que processos moleculares estão envolvidos no crescimento das plantas. Na edição atual da revista Current Biology, o grupo apresentou suas descobertas mais recentes sobre o mecanismo de controle do crescimento em altas temperaturas.

As plantas reagem mais sensivelmente a flutuações de temperatura que animais. Eles também não são capazes de buscar locais mais quentes ou mais frios. “Quando as temperaturas sobem, as plantas crescem mais para esfriá-las. Os caules ficam mais altos e as folhas mais estreitas, crescendo mais. Mas isso faz da planta ainda mais instável”, explica o professor Marcel Quint, cientista na Universidade Martin Luther. Isso é notável, por exemplo, durante a colheita de grão. Plantas instáveis se dobram mais facilmente na chuva e geralmente produz menos biomassa. Também há uma redução na proporção de substancias chave, como proteínas, que podem ser armazenadas nos grãos.

 “Enquanto que a correlação entre temperatura e crescimento de plantas no nível macro é relativamente bem entendida, há ainda mais questões abertas no nível molecular. Nós estamos apenas começando a entender como as plantas detectam as mudanças de temperatura e traduzem isso rem reações específicas”, acrescenta Quint. Estudos prévios demonstraram que a proteína PIF4 controla diretamente o crescimento das plantas e que a proteína também é dependente da temperatura. Quando está frio, a PIF4 é menos ativa e a planta não cresce. Em altas temperaturas, a PIF4 ativa os genes promotores de crescimento e a planta cresce mais. “Atè agora não era claro como a planta sabe como ativar a PIF4 e quanto deveria liberar. Haviam grandes brechas no nosso conhecimento sobre como exatamente sinalizar o crescimento de temperatura controlada”, diz Quint.
Fonte: Agro Link
Falta de internet compromete tecnologia no campo

Falta de internet compromete tecnologia no campo

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Falta de internet compromete tecnologia no campo

A previsão de crescimento do agronegócio no Brasil para o período entre 2015 e 2020 é de 45%. De acordo com um levantamento da Nokia, o tráfego de banda larga móvel dos dispositivos celulares da zona rural brasileira deverá atingir 1,7 Tbps ao ano em 2020, o mesmo volume de todo o tráfego anual de uma das operadoras móveis que fornece serviços no país.

Segundo executivos da empresa finlandesa do Brasil, é essencial investir na expansão na cobertura da barga larga em zonas rurais. Atualmente, o país conta com apenas de 3% de cobertura de internet de alta velocidade em localidades rurais.

“O problema da baixa conectividade poderá ser minorado com o lançamento, no início do próximo ano, dos satélites de baixa órbita pela OneWeb”, afirmou Wilson Cardoso, diretor de Tecnologia da Nokia na América Latina.

 Ainda de acordo com o executivo da Nokia, o avanço da agricultura de precisão é necessária para agregar valor ao agronegócio brasileiro. “Com a intensidade da competição, vamos ter que exportar não só produtos da agroindústria, mas também bens. E vamos ter que estar inserido num sistema global de rastreamento. O consumidor do Japão ou da China vai querer acompanhar o crescimento do frango criado no Brasil, todo o ciclo. Será um desafio enorme”, prevê Cardoso.
 A Nokia, em parceria com om a Oi e a Pontifícia Universidade Católica do Paranã, patrocina um projeto para atacar a Ferrugem Asiática com uso das tecnologias de Internet das Coisas (IoT). “Dessa forma, o agricultor poderá, por exemplo, fazer aplicações de fungicidas somente quando chegarem as condições apontadas pelo monitoramento, e não como se faz atualmente, com aplicações sistemáticas, muitas vezes acima dos limites permitidos – o que causa até mesmo bloqueio da produção”, disse Cardoso.
 Para o diretor de Tecnologia da Nokia, existe um enorme potencial para IoT no campo. Entre os possíveis usos estão o monitoramento remoto de rebanhos, captando dados como batimento cardíaco dos animais, quilômetros andados, quantidade de inseminações realizadas e aplicação de fungicidas por drones controlados remotamente. “Com uma pequena estação radiobase, o agricultor faz todo o controle da fazenda de um data center de onde quer que esteje”, explicou.
Fonte: Agrolink