Prazo para se registrar no Cadastro Ambiental Rural está acabando

Prazo para se registrar no Cadastro Ambiental Rural está acabando

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Prazo para se registrar no Cadastro Ambiental Rural está acabando

O sítio de Claudemir Lepre é um exemplo de como a produtividade no campo pode conviver muito bem com a preservação. A área de seis hectares fica no município de Piedade (SP). Nas estufas, ele cultiva morangos e legumes em uma propriedade onde a natureza tem espaço garantido.

Da área total do sítio, Claudemir tem um hectare de vegetação preservada. Ele diz que é importante manter a proteção natural das nascentes para ter água, um recurso natural que corre risco de acabar.

Além de respeitar o meio ambiente, o agricultor mantém toda a documentação do sítio atualizada. Ele já fez o Cadastro Ambiental Rural (CAR), que é obrigatório para todas as propriedades rurais do país. O cadastramento começou em 2014 e vai até o dia 31 de maio deste ano.

O produtor rural tem que informar pela internet os dados e a localização da área no programa criado pelo Ministério do Meio Ambiente. A existência de nascentes e o tamanho de vegetação preservada também precisam ser declarados.

Assim, é feito um monitoramento dos imóveis rurais do país, com informações importantes sobre a preservação nos sítios e fazendas.

O serviço é gratuito e 1,6 mil propriedades já foram registradas no sistema. Alberto Masao Shimoda, coordenador de Agricultura, explica que o CAR será um documento muito importante, inclusive para registro da propriedade em cartório.

Em Boituva (SP), a fazenda de George Gottheiner também foi cadastrada. Na área de 210 hectares, ele cria 770 cabeças de gado da raça japonesa wagiu, conhecida pela carne macia, que tem apreciadores no mundo todo.

George conta que a área de pastagem ao redor das nascentes foi cercada há quatro anos. Sem o gado passando por lá, o problema com erosões diminuiu e as minas d’água foram protegidas.

As seis nascentes que existem no local foram cadastradas e fazem parte dos números que começaram a ser contabilizados. Em todo o estado, 330 mil imóveis rurais já foram registrados no CAR, quase 95% do total.

Denise Machado, diretora da Defesa Agropecuária de Sorocaba (SP), explica que o cadastro é importante para que o estado monitore áreas preservadas e consiga realizar políticas públicas que beneficiem produtores rurais e o meio ambiente.

Fonte: G1

Segunda edição da Digital Agro discute tecnologia no campo

Segunda edição da Digital Agro discute tecnologia no campo

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Segunda edição da Digital Agro discute tecnologia no campo

Tecnologia está cada vez mais presente no agronegócio e para discutir esse assunto acontece entre os dias 12 e 14 de junho, a segunda edição da Digital Agro, uma das principais feiras da América Latina voltada à tecnologia agropecuária.

Robótica, automação, nanotecnologia, uso do Big Data no agronegócio, trabalho de startups no setor e a agroenergia estão entre os temas a serem discutidos nessa edição, que acontece no Parque Histórico de Carambeí (PR) e promete promover a ligação entre a inovação tecnológica e a terra.

Para fugir dos grandes centros, a feira, promovida pela Frísia Cooperativa Agroindustrial, propôs realizar o evento na região considerada o berço do sistema de plantio direto. Carambeí, localizada a 140 km de Curitiba, reúne uma das mais importantes bacias leiteiras, agrícolas e sementeiras do país, também é conhecida pela otimização das através de tecnologias agropecuárias, desenvolvimento de soluções com pesquisa e verticalização da produção, com alcance no varejo.

Fonte: Globo Rural

Pecuarista quer aumento no seguro para produzir carne e leite

Pecuarista quer aumento no seguro para produzir carne e leite

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Pecuarista quer aumento no seguro para produzir carne e leite

Representantes dos pecuaristas de corte e de leite estão pedindo mudanças no seguro pecuário. Eles argumentam que, assim como a agricultura, a pecuária também é uma atividade de grande risco, afinal todo o investimento da fazenda está aplicado no rebanho, que está sujeito às intempéries climáticas, doenças e outros perigos.

Associações de gado e outras entidades se uniram e foram a Brasília solicitar ao governo mudanças no Programa de Subvenção do Prêmio do Seguro Rural (PSR) na modalidade “Pecuário”. Estiveram na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e entregaram o pedido em reunião com o diretor do departamento de gestão de risco, Vitor Ozaki.

A iniciativa tem apoio da ABCZ de Uberaba, da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), e outras entidades. O presidente da ABCZ, Arnaldo Manuel de Souza Machado Borges, destacou no comunicado protocolado e entregue ao Mapa a inclusão de uma rubrica específica para a pecuária no Plano Agrícola e Pecuário (PAP-2018), que contemple subvenção de seguro para os sistemas de cria, recria, engorda e para os animais melhoradores inscritos no Serviço de Registro Genealógico (SRG) de cada associação. “Face ao baixo valor disponibilizado para a pecuária, muitos produtores não conseguem acesso ao seguro rural, o que os deixam a mercê de riscos e faz com que abandonem a atividade”, diz.

De acordo com a corretora, Karen Matieli, especialista em seguro de animais e proprietária da Denner Seguro de Animais, empresa paulista, seria necessário a inclusão de R$ 10 milhões no PSR na modalidade pecuária. “Atualmente a pecuária tem acesso apenas a R$ 1 milhão, pois sofremos com a divisão que é feita com outras culturas e no fim das contas os pequenos e médios produtores não tem acesso ao programa. Deveríamos ter uma verba destinada a subsidiar apólices de pecuária bovina, assim como o tem o milho e a soja. A pecuária tem importante papel na economia do País”, diz.

Segundo Karen, a contratação de seguros para o setor tem crescido bastante no Brasil. “Mas somente 0,24% de subvenção para a pecuária, como é hoje, é pouco para atender a demanda”, afirma.

Para o presidente da Abraleite, Geraldo Borges, com estas mudanças na redistribuição solicitada ao Mapa, tantos os produtores quanto o mercado em geral serão beneficiados. “O seguro é ferramenta de mitigação de riscos, onde transferimos à seguradora os riscos incertos de nossa atividade. Muitos pecuaristas deixaram sua atividade em virtude de perdas catastróficas. Precisamos evoluir, pois o é agro que sustenta esse País e também precisa se proteger”, destaca.

Fonte: Globo Rural

Estado de São Paulo se empenha em implementar Código Florestal

Estado de São Paulo se empenha em implementar Código Florestal

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Estado de São Paulo se empenha em implementar Código Florestal

O processo de implantação do Código Florestal será feito com a participação de toda a sociedade

A aprovação do Código Florestal (Lei nº 12.651/2012), em 28 de fevereiro, acelerou os preparativos para implementá-lo no estado de São Paulo. E as secretarias estaduais do Meio Ambiente (SMA) e da Agricultura e Abastecimento (SAA) promoveram, na sexta-feira, 16 de março, o seminário “Ativos Ambientais” para debater os ativos e passivos ambientais e também apresentar propostas de regulamentação das Cotas de Reserva Ambiental (CRAs) tanto para o governo federal, quanto para o estado paulista.

Presentes ao evento, representantes do Ministério Público, Organizações Não Governamentais (ONGs), ambientalistas, sociedade civil e acadêmica.

Na abertura, o secretário adjunto do Meio Ambiente Eduardo Trani destacou a parceria entre as duas pastas em diversos projetos, reforçando o empenho na implementação de políticas públicas, inclusive no que diz respeito ao Código Florestal. Já o anfitrião Arnaldo Jardim lembrou que São Paulo busca fazer uma agricultura sustentável e embora ativos ambientais soe como impeditivo, é preciso olhar como oportunidade.

Durante as explanações, a segurança jurídica figurou com uma preocupação recorrente entre produtores, de acordo com a Sociedade Brasileira Rural (SRB) e também com a Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil (Orplana).

Ao falar sobre segurança jurídica, o chefe da Consultoria Jurídica do Meio Ambiente Daniel Smolentzov explicou que desde 2012, quando o projeto foi sancionado, até o início deste ano, o Estado de São Paulo trabalhou fortemente em sistemas para estar preparado para o momento da implementação.

Além da questão jurídica, a Reserva Legal (RL) é um dos grandes gargalos para a implementação do Código, segundo um estudo da Fapesp, que criou um grupo para gerar informações científicas que auxiliem nessa empreitada, mediante diálogo entre os diversos setores.

Ainda sobre a RL, Helena Carrascosa, coordenadora do Programa Nascentes, da SMA, defendeu que as funções econômica e ecológica da Reserva Legal estão mais claras com o Código Florestal. “A compensação se bem usada, pode ser bastante produtiva. Não vejo sentido em compensar sem cumprir a finalidade da lei. A sociedade quer instrumentos de baixo custo e máximo de benefícios”, destacou.

Ela acrescentou ainda que há perspectivas de que as florestas nativas produtivas em área de RL possam ser a oportunidade para cumprir a lei e ter lucro, assim como as áreas de cana-de-açúcar não mecanizáveis. “Há sim saídas e soluções”.

No encerramento, o secretário adjunto de Agricultura e Abastecimento Rubens Rizek enfatizou a segurança jurídica resultante do Código Florestal. “Estamos empenhados em colocar o PRA no ar ainda neste semestre e temos também uma proposta de fazer o CRA paulista”.

Já o secretário Maurício Brusadin ressaltou que a implementação do Código Florestal e a regulamentação do PRA estadual serão feitas com base no diálogo com produtores rurais e ambientalistas. “Sou daqueles que acredita que é possível construir política pública juntando pessoas que têm opiniões diferentes. Por meio desse processo, São Paulo pode construir um modelo revolucionário de implantação do Código Florestal”.

Fonte:  ww.ambiente.sp.gov.br

Ministério da Agricultura lança plano específico para o setor de frutas

Ministério da Agricultura lança plano específico para o setor de frutas

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Ministério da Agricultura lança plano específico para o setor de frutas

Ministério da Agricultura lançou nesta terça-feira (27/2), em Brasília (DF), o Plano Nacional de Desenvolvimento da Fruticultura (PNDF). O plano, feito em parceria com entidades do setor privado, contribuirá para que o Brasil exporte mais frutas, informou a pasta, em nota. O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, presente ao evento, destacou que o plano “é extenso, abrangendo desde novas regras para o licenciamento de uso de produtos agroquímicos até a padronização internacional dos certificados fitossanitários”.

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Luiz Roberto Barcelos, acrescentou que o objetivo é alcançar já neste ou no próximo ano o recorde de 2008, quando foi exportado o equivalente a US$ 1 bilhão em frutas. Além disso, a meta tanto do governo quanto do setor privado é melhorar o cenário da cadeia produtiva da fruticultura, que contribui com R$ 33 bilhões para o valor bruto da produção agrícola.

O secretário executivo do ministério, Eumar Novacki, também destacou o interesse em transformar a fruticultura em uma potência nas exportações brasileiras e anunciou que outros planos para diferentes segmentos do agronegócio estão em andamento, como do feijão, do leite e o de bovinos. “Este plano servirá de referência para os próximos”, afirmou.

No lançamento foi assinada também uma portaria criando o Comitê Consultivo para formulação de projetos para o setor, que será coordenado pelo ministério e formado por quatro membros da iniciativa privada. Os projetos específicos do comitê, recomendando ações de curto, médio e longo prazos para adoção de providências por instituições governamentais e setor privado, serão definidos a partir de dez áreas temáticas: Governança da Cadeia; Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação; Sistemas de Produção; Defesa Vegetal; Gestão da Qualidade; Crédito e Sistemas de Mitigação de Riscos; Legislação; Infraestrutura e Logística; Processamento e Industrialização; e Marketing e Comercialização.

Fonte: Globo Rural

Código Florestal: Supremo decide a favor dos agricultores

Código Florestal: Supremo decide a favor dos agricultores

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Código Florestal: Supremo decide a favor dos agricultores

Em decisão fundamental para os agricultores brasileiros, o Supremo Tribunal Federal (STF) acabou por decidir a favor do novo Código Florestal brasileiro. A maioria dos 38 itens em julgamento foi considerada constitucional, inclusive os mais polêmicos. Foi mantida a data de 22 de julho de 2008, chamada de “marco temporal”, e por conseguinte foram respeitados os acordos firmados a partir do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Mantido também o Programa de Regularização Ambiental (PRA), incluindo aí a não cobrança de multas em relação ao passivo ambiental.

O mais importante, do ponto de vista social, foi a manutenção pela constitucionalidade do artigo 67, que tratava da exigência de se reconstituir as reservas legais também para os pequenos produtores. Fica, portanto, mantido todo o novo Código Florestal.

Entre os detalhes, uma síntese do advogado Thiago Rodrigues, da União Brasileira da Advocacia Ambiental (UBAA):

Art. 67.  Nos imóveis rurais que detinham, em 22 de julho de 2008, área de até 4 (quatro) módulos fiscais e que possuam remanescente de vegetação nativa em percentuais inferiores ao previsto no art. 12, a Reserva Legal será constituída com a área ocupada com a vegetação nativa existente em 22 de julho de 2008, vedadas novas conversões para uso alternativo do solo.

INTERPRETAÇÃO CONFORME o art. 225, § 1o, da CRFB/88 para o art. 59 § 4o, de modo a afastar o risco de decadência ou prescrição dos ilícitos ambientais praticados antes de 22 de julho de 2008 no decurso de execução dos termos de compromisso escritos no âmbito dos Programas de Regularização Ambiental.

Parágrafo 5. Tb c interpretação conforme

Resultado final:

Constitucionais – Art. 3º, XIX; Art. 4º, III; Art. 4º, § 1º, § 4º, § 5º e § 6º; Art. 5º; Artigo 7º, § 3º; Art. 8º, § 2º; Art. 11; Art. 12, § 4º, § 5º, § 6º, § 7º e § 8º; Art. 13, § 1º; Art. 15; Artigo 17, § 3º; Art. 28; Art. 44; Art. 60; Art. 61-A; Art. 61-B; Art. 61-C; Art. 62; Art. 63; Art. 66; Art. 67; Art. 68; Art. 78-A

·         interpretação conforme para exigir a comprovação de inexistência de alternativa técnica e locacional para todos os casos de intervenção em APP por utilidade pública e interesse social no Art. 3º, VIII e IX

·         inconstitucionalidade das expressões “gestão de resíduos” e “instalações necessárias à realização de competições esportivas estaduais, nacionais ou internacionais” no Art. 3º, VIII, b

·         inconstitucionalidade das palavras “demarcadas” e “tituladas” no Art. 3º, § único

·         Interpretação conforme para que o entorno de nascentes e olhos d’água intermitentes também sejam considerados APP no Art. 4º, IV

·         Interpretação conforme para permitir compensação apenas entre áreas com identidade ecológica no Art. 48

·         Interpretação conforme para afastar a prescrição e decadência no Art. 59

Fonte: Sistema FAEP

Rotação de defensivos não diminui resistência

Rotação de defensivos não diminui resistência

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Rotação de defensivos não diminui resistência

Cientistas da Universidade de Sheffield identificaram os fatores que levam à evolução da resistência de pragas aos herbicidas – algo que poderia ter um impacto tanto na medicina como na agricultura.

Químicos xenobióticos, como herbicidas, fungicidas, inseticidas e antibióticos, são usados tanto na agricultura como na saúde humana para manejo de doenças e pestes. No entanto, a resistência evoluiu para todos os tipos de xenobióticos, mostrando que não são tão efetivos e trazendo sérias consequências tanto na produção de cultivos como na saúde.

O novo estudo, liderado por pesquisadores do Departamento de Ciências de Plantas e Animais da Universidade de Sheffield em colaboração com o Rothasmsted Research e o Instituto de Zoologia e a Sociedade Zoológica de Londres, dão uma importante contribuição sobre como podemos aprender do manejo passado de sistemas agrícolas para reduzir a probabilidade da resistência aumentar no futuro.

As estratégias atuais de manejo de resistência está na diversificação do manejo e rotação dos agroquímicos usados. Técnicas utilizadas foram propostas na medicina e na agricultura, mas não há um consenso sobre qual é a melhor abordagem.

No novo estudo, publicado na revista Nature Ecology and Evolution, os pesquisadores examinaram a evolução da resistência de herbicida na cauda-da-raposa (Alopecurus myosuroides) no Reino Unido. Essa planta se tornou uma erva daninha presente em 88% das 24.824 quadratas – áreas pequenas de habitat selecionadas de forma aleatória como exemplos para avaliar a distribuição local de plantas e animais – monitorada por pesquisadores. Foi ao Norte em anos recentes e cientistas encontraram as daninhas em áreas que não haviam sido encontradas em outras décadas.

O autor líder do estudo Rob Freckleton, professor de população biológica da Universidade de Sheffiedl, disse: “O condutor disso é a evolução da resistência ao herbicida: nós encontramos essas daninhas em campos com maiores densidades que são resistentes a herbicidas. Uma resistência que evoluiu não parece desaparecer: dois anos depois, campos com altas densidades ainda tiveram altas densidades, apesar de que os produtores usaram uma série de diferenças técnicas. Nós estimamos que os custos econômicos são muito altos: os custos de manejo dobraram em consequência da evolução da resistência”.

A pesquisa oferece uma compreensão importante da diversificação de manejo que sugere uma técnica possível para redução da evolução da resistência. O estudo mostrou que a técnica vai trabalhar para reduzir a resistência somente se os produtores reduzirem o uso desses insumos. Se eles continuarem a usar os mesmos níveis de herbicidas ou outros insumos, a técnica não vai funcionar.

 As descobertas mostram que o volume e a diversidade de produtores de herbicidas são positivamente relacionados. O professor Freckleton disse: “Os resultados foram simples: fazendas que usam um volume maior de herbicidas têm mais resistência. Além disso, encontramos pouca evidência do papel de qualquer outra técnica de manejo: nem a variedade de químicos usados – por exemplo se os produtores usaram uma variedade de herbicidas ou de cultivos, apesar de ambos serem defendidos como métodos para reduzir a evolução da resistência”.
Fonte: Agrolink
Agência ambiental dos EUA diz que aquecimento global pode ser bom

Agência ambiental dos EUA diz que aquecimento global pode ser bom

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Agência ambiental dos EUA diz que aquecimento global pode ser bom

Scott Pruitt, diretor da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), sugeriu que o aquecimento global pode ser benéfico para os humanos. A afirmação vai frontalmente contra a posição de diversos cientistas que estudam as mudanças climáticas.

Pruitt novamente causou surpresa entre alguns cientistas ao sugerir que o aumento da temperatura da terra poderia beneficiar a civilização. O líder da EPA disse que os humanos estão contribuindo ao clima “até certo ponto”, mas acrescentou: “Sabemos que os seres humanos floresceram mais em épocas de tendências de aquecimento. Se fazem suposições de que o aquecimento climático necessariamente é algo ruim”.

 “Sabemos qual deveria ser a temperatura ideal da superfície no ano 2100 ou 2018?”, perguntou a uma estação de televisão de Nevada. “É bastante arrogante para nós pensar que sabemos exatamente a que deveria ser em 2110”.

Pruitt disse que deseja “um debate honesto e transparente sobre o que sabemos e o que não sabemos, para que os americanos possam ser informados e tomarem decisões por si mesmos”.

Sob a liderança de Pruitt, a EPA está analisando organizar um debate televisionado de uma equipe azul contra uma equipe vermelha entre cientistas do clima. Donald Trump também questionou em repetidas ocasiões os cientistas que dizem que o aquecimento global é um perigo para o planeta e é ocasionado pela ação humana, apostando na diversificação da matriz produtiva dos Estados Unidos, usando mais combustíveis fósseis. Pruitt, em outra ocasião, pediu para que a EPA mude o cálculo sobre o impacto ambiental das emissões de carbono dos Estados Unidos.

Fonte: Agrolink

As 5 tendências da agricultura segundo a Bayer

As 5 tendências da agricultura segundo a Bayer

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As 5 tendências da agricultura segundo a Bayer

Tratores autônomos e robôs serão mais usados no agro que em outros setores

O Chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da divisão Crop Science da Bayer, Adrian Percy, enumerou cinco tendências que acredita que farão parte da indústria agrícola já neste ano. A primeira tendência mencionada por Percy é a contínua digitalização.

“As pessoas ficam excitadas com os carros sem motoristas, mas essa tecnologia será ainda mais usada na agricultura. Tratores autônomos, drones e robôs guiados pelo telefone do produtor ou trable vão permitir uma agricultura 24 horas por dia, sete dias por semana. E a integração da inteligência artificial, imagem satelital e um software com previsões ajudarão aos agricultores tomarem decisões em tempo real, poupando tempo, dinheiro e ainda salvar um cultivo do impacto devastador de pestes ou clima extremo”, disse.

A segunda tendência citada pelo Chefe de Pesquisa da Bayer é uma mudança para dietas mais ricas em proteínas com um consumidor mais velho e um agricultor mais jovem com um desejo de adotar as últimas tecnologias. Percy cita que o mercado global de proteínas deve chegar a US$ 50 bilhões até 2025.

A terceira tendência apontada pela Bayer é um foco em saúde do solo. “Nossa nova parceria com a Gingko Bioworks é só mais um exemplo de quantas formas a Bayer está abordando essa nova fronteira. Essa nova companhia mira melhorar micróbios associados às plantas e vai se focar na fixação e utilização de nitrogênio, que é uma necessidade crucial na maior parte dos cultivos. Se bem sucedido, essa pesquisa poderia reduzir o custo de fertilização, enquanto que baixa as emissões de gases e a deriva para vias fluviais”.

 A quarta tendência citada por Adrian Percy é o investimento em melhoramento de cultivos. “Métodos recentes, como o CRISPR, permitirão aos melhoradores silenciar um gene particular para produzir uma característica desejada. O que uma vez levou muitos anos de cruzas aleatórias pode ser feito em uma fração de tempo e custo”, afirmou.

A última tendência citada pelo executivo é a colaboração e transparência. “A inovação é inútil se o público não aceitar o que estamos fazendo. O melhor desinfetante para a desconfiança do público é a transparência e estou feliz de dizer que a Bayer está liderando ao abrir nossa pesquisa de segurança para o escrutínio do público”, anunciou Percy.

Fonte: Agrolink

Defensivos devem subir 15% na próxima safra

Defensivos devem subir 15% na próxima safra

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Defensivos devem subir 15% na próxima safra

Os preços de defensivos para o produto brasileiro devem ter um aumento de 10% a 15% na safra 2018/2019. A estimativa é do Rabobank e é consequência da redução na oferta de matérias-primas e produtos importados da China.

Em 2017, o setor de defensivos movimentou aproximadamente US$ 8,8 bilhões, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Vegetal. Para 2018, o Sindiveg vê estabilidade. Já o Rabobank estima um faturamento de US$ 9,6 bilhões em 2017 e uma queda em 2018 para US$ 9 bilhões.

 A menor oferta está ligado a leis ambientais mais estritas que afetam fábricas na China. “Muitas dessas tiveram que fechar as portas para fazer os ajustes necessários para atender à legislação, enquanto outras tiveram que diminuir a produção”, explica o analista sênior para a área de insumos do Rabobank, Matheus Almeida.

Segundo Almeida há o risco de que algumas dessas companhias parem de produzir os insumos sem a possibilidade de voltar a operar em função de que os custos para corrigir eventuais problemas nas linhas seriam muito altos.

A expectativa é de que a intensiva do governo chinês sobre as indústrias termine no próximo mês de março, o que pode fazer com que um maior volume de insumos volte a ser exportado nos meses seguintes.

Na safra atual, algus produtores já relatam um aumento entre 35% e 40%¨. “Alguns produtos tiveram uma alta pontual. Porém, a maioria apresentou retração no ano passado”, explica.

Segundo levantamento do banco, isso ocorreu devido aos altos estoques das indústrias ao longo de 2017, resultado de um clima menos favorável à proliferação de pragas e doenças nas últimas safras.

Segundo o Rabobank, a demanda por herbicidas e inseticidas tem sido impactada pela crescente adoção de sementes com mais de um evento transgênico. Por outro lado, o aumento da resistência de insetos e ervas daninhas a alguns produtos pode compensar, em parte, essas perdas.

Para o próximo ciclo, ele orienta que o produtor pesquise e planeje as compras com cautela. “O produtores devem buscar alternativas eficazes e que tenham menor custo”, diz

Fonte: Agrolink